
|
A todos internautas, amantes da poesia, que se dignarem a abrir minha página poética. Em especial aqueles que já fizeram varias vezes. Quero deixar essa mensagem : "No tempo da vida que passa,há sinais de eternidade que ficam. E um destes sinais é a poesia . Na verdade,a poesia só é eterna quando o poeta e os aficionados perenizam nela ás várias nuances de um cotidiano vivo " Luz a Vós , Paz a Vós , Vida a Vós. Uma raio-luz há de iluminar vossas telas mentais harmoniosamente Meu E-mail caculamello@bol.com.br Com carinho Caçula
Duas almas deves ter... É um conselho dos mais sábios: Uma, no fundo do ser, Outra, boiando nos lábiaos RAUL DE LEONI
Pátria gentil, de todas a mais linda, Brasil querido, Terra onde nasci, Sabe que o meu maior prazer seria Meu sangue derramar, morrer por ti. ARTHUR DE SÁ EARP FILHO ::Arquivos::::Blogs Amigos:: Angel Rose® Melodiahot® Serenata ao Luar® ::Sites Legais:: Melodi@ Home Page Só Templates ::Etc:: ::Créditos::
![]() |
|
[Sexta-feira, Dezembro 29, 2006] A COMPANHIA ZURETA O artista emagreceu Por estar quase rotundo. No auge da copa do mundo, O BUSSUNDA feneceu. O BUSSUNDA feneceu . Mas, brilhou como cometa. Ao finar, escureceu A constelação planeta. A constelação planeta Foi atingida no "EU". E, a companhia zureta Infelismente perdeu. Infelismente perdeu, O bom humor do seu esteta. Mas, o fã não esqueceu, O seu principal casseta. O BUSSUNDO FENECEU. A CONSTELAÇÃO PLANETA, INFELISMENTE PERDEU O SEU PRINCIPAL CASSETA. Ao esmaecerem ás luzes, que Abundam o sol, do fluente ano, Deixamos registrado a nossa homenagem Póstuma, ao cidadão: Claudio Besserman Vianna (O Bussunda) Finado em 17-06-06 Caçula. Comments: Por Caçula * 3:02 PM
O Lenço Sempre em busca de um alento, Apesar do seu queixume E do nosso rompimento, Guardo ainda o seu perfume. Guardo ainda o seu perfume, Embasado no bom-senso De um voar de vaga-lume. Com um exalar intenso. Com um exalar intenso A pairar sobre um curtume. Paro, analiso e penso: São restos do seu ciúme! São restos do seu ciúme Que me faz ser hipertenso. é como lança-perfume impregnando o meu lenço. GUARDO AINDA O SEU PERFUME COM UM EXALAR INSTENSO. SÃO RESTOS DO SEU CIÚME IMPREGNANDO O MEU LENÇO. Comments: Por Caçula * 2:58 PM [Terça-feira, Dezembro 26, 2006] DESCAMINHO SOCIAL A deambular á noite, movia-se lentamente; com a secular experência de quem pensa saber tudo. Ía de léu-em léu, purgando ás feridas do abandono e da segregação racial. Palido, encarquilhado, com aspecto de bode velho, como um antigo PÃ. As faces encovadas, com um olhar sem expressão a olhar para o mundo com perpetuo espanto. Imerso numa vil tristeza, como um junco a vergar sob qualquer aragem... A voz entrecortada a balbuciar monossílabos... Tentando esquecer o sono e o incerto amanhã, a tresandar excrementos; numa vida putativa se põe a caminhar: chupando um cachimbo vazio e desfilando seus farrapos, nesse abismo social. Caçula Comments: Por Caçula * 5:27 PM E A LUZ SE FEZ. Do atrito das pedras, o lume que surge e a chama mordisca o lenho bem seco. O primata descobre o fogo que urge. Transformando cavernas em doce aconchego. As noitadas de trevas eram buriladas por inedita paz, na cadência do amor. Eis que surgem abrigos e belas moradas, desfazendo grilhões de milênios de dor. Na labuta diária, o ser primitivo ao soltar as amarras e a alma cativa, vê nascer no seu íntimo um superego. Há reforma de fé no altar do Deus fogo. e, um grito de luz, com mais luz ecoou. Fez-se nova luz, quando o primata orou. Caçula Comments: Por Caçula * 4:58 PM [Domingo, Dezembro 10, 2006] IMOLAÇÃO NO GÓLGOTA. No seu madeiro A exalar, sem lar e altar, Morre o carpinteiro. Por amor a humanidade, Deixou-se crucificar: sem dó, e sem piedade, no calvario sem altar. No calvario sem altar Cerrou a vida o carpinteiro. Que no seu ultimo exalar Imolou-se um cordeiro. Imolou-se o cordeiro, Sem querer justificar. Seu suspiro derradeiro Veio para glorificar. Veio para glorificar O nome do mensageiro; Que perdeu sem reclamar Sua vida no madeiro. NO CALVÁRIO SEM ALTAR IMOLOU-SE UM CORDEIRO. VEIO PARA GLORIFICAR SUA VIDA NO MADEIRO Caçula Comments: Por Caçula * 1:20 PM
EM TI DERRAMEI MINH'ALMA Poeta me fiz, pela Bela que velo, nos Meus pensamentos. Tornei-me poeta, por amor Ao derramamento d'alma. Fiz-me poeta por ser Deleitoso banhar-me na Luz dos seus olhos, e Oscular a doçura dos seus Lábios quentes e virginais. Sorvendo beijos a beijos, A essência dos meus sonhos. Ao declinar da tarde; Com a aurora a bruxulear No horizonte. É quando Soluça as flautas ao som De arpas sonoras. E, as asas do delírio se Desfazem, ao derramar Minh'alma nesse poema. Poema dedicado a minha esposa Pelos nossos 45 anos de casados, Ocorrido no dia 14 de novembro de 2006. Tereza é o anjo que Deus deu asas, E sapiência para me ensinar a voar nos Labirintos sinuosos da existência e no Mundo encantado da poesia. Caçula Comments: Por Caçula * 1:20 PM
''O 14 BIS'' Quem sonha, voa mais longe Se desvencilhando do Calabouço dos conflitos. Dar asas ao imaginário, é como garimpar sonhos. Conduzir o ''14 BIS'' dos sonhos, usando a coragem como leme, requereu: tenacidade, paciência e mecânica. Na tela mental do inventor Habitava uma fênix, Prestes a se desvencilhar Das cinzas e da inércia. Para rasgar o tempo espaço, Com as suas asas de seda. Os sonhos retiraram os acidentes do caminho. e, mantiveram acesa as chamas da esperança, em vir a singrar no espaço: com o mais pesado-que-o-ar, ultrapassando o vórtice da tal barreira do som. Ser livre para sonhar. é ser liberto para voar. Quem não decola nos sonhos! se charfundará nos medos e na aridez da vida. o quatorze bis dos sonhos, com as suas asas de seda, singrou, no espaço. Risonho. A planar sobre as veredas. Comments: Por Caçula * 1:19 PM |