Epiphanio Mello, Pseudônimo CAÇULA. Titular da cadeira n° 10 da Academia Brasileira de Poesia casa de Raul de Leoni patronimica de Dr.Arthur de Sá Earp Filho e Conselheiro Fiscal. Patrono da Academia de Poesia da escola municipal Vila Felipe cadeira n°4 membro do clube de poesia do Petropolitano F.C. Pertence ao grupo Arte de Poetar SESC/Petrópolis Nascido em Itaperuna, radicalizado no Alto da Serra,Petrópolis,RJ, barbeiro, Professor aposentado,e nas horas vagas poeta. Casado com Tereza, Avô de Bianca,Priscila e Xandinho.



A todos internautas, amantes da poesia, que se dignarem a abrirem minha página poética. Em especial aqueles que já fizeram varias vezes. Quero deixar essa mensagem : "No tempo da vida que passa,há sinais de eternidade que ficam. E um destes sinais é a poesia . Na verdade,a poesia só é eterna quando o poeta e os aficionados perenizam nela ás várias nuances de um cotidiano vivo "


Meu E-mail caculamello@bol.com.br

Com carinho Caçula


Duas almas deves ter... É um conselho dos mais sábios: Uma, no fundo do ser, Outra, boiando nos lábiaos RAUL DE LEONI




Pátria gentil, de todas a mais linda, Brasil querido, Terra onde nasci, Sabe que o meu maior prazer seria Meu sangue derramar, morrer por ti. ARTHUR DE SÁ EARP FILHO


Pobre gente mediana,
Parece mentira: crede!
Os rios morrem de sêde.
Por estupidez humana
Caçula



Nossa nau, chamanda terra,
Aderna verticalmente:
Abalada pelas guerras
E politicos dementes.
Caçula



No debandar das saíras,
Vão cores em profusão.
No rastro do som das líras,
Ruma meu triste bordão
Caçula



Com paz, amor e amando,
Vamos rever esse carma.
De Cristo vém o comando;
Ensarilhais vossas armas!
Caçula



A ebulição
Da vida .Se for doída:
Se tira lição
Caçula


Esse estatuto
Do idoso, é feio, doloso
E filho da p...

OBS: entrou em vigor em: 010104
Caçula



Bonitas e eladas.
Lhes afianço que vi!
Mil fadas safadas.
Caçula




CANTO DE RECADOS


Tiago: Você afagou meu ''Ego''

Sandra Regina Frange: Obrigado, suas palavras foram como um sol aquecendo o inverno da minha existencia

José: Sua opinião, deixou minh'alma em festa

Paulinha: Suas palavras acarinhou o âmago do meu ''Eu''
::Créditos::





[Quinta-feira, Março 22, 2007]




O cavalheiro do zodiáco

Garupado no solstício
Galopa no tempo o inverno.
A flanar um só caminho,
O sol , num vai-e-vém eterno,
Distância-se do equador
Em busca de um novo hiberno.


O senhor dos arco-íris,
De quando-em-vez vai aos trópicos,
Iluminar o zenite.
No seu passeio filantrópico:
Passa duas vezes ao ano,
Com seu calor megalópico.



Num trânsito planetário
Vagamundeia em capricórnio,
Recem chegado de cancer.
Cavalgando um unicórnio,
O andarilho do zódiaco.
Retorna da california.


Com luzes irradiantes;
Ao seu desvencilhar do ócio,
O astro rei conquista a terra,
Num divino sacerdócio.
E, ao fecundar sua amante
Ele eterniza o
EQUINÓCIO



Sextilha Aberta

Equinocio de Outono em 20 de Março de 2007 , Terça feira-20:45

Caçula

Comments:


Por Caçula * 2:49 PM



[Sábado, Março 03, 2007]






Colibris xeretas

Na magia das provetas,
Em metamorfose ávida.
Despertam as borboletas,
.Emergindo das crisálidas.

Emergindo das crisálidas,
Num vão-e-vem em piruetas
Na aragem da tarde pálida,
.Voejam ás borboletas.

Voejam ás borboletas;
Junto vai uma inválida
Zunindo suas trombetas
.Á beijar á antera cálida.

Á beijar á antera cálida;
Com suas asas cambetas:
Vai uma abelha esquálida
.Como colibris xeretas.


.Emergindo das crisálidas
Voejam ás borboletas.
Á beijar á antera cálida,
Como colibris xeretas


Caçula

Comments:


Por Caçula * 1:56 PM







Batuque no terreiro

No arraiá do penduricalho
O festejo é junino.
Sob o xororó da sanfona,
A fogueira alumia,
O batuque no terreiro.

No curral adormecido,
Dormita á vaca miúva.
Umbigadas e baião
No ioto-baixo a gemer;
Busca-pés e rojões
Fazendo zueira no chão.


Os vestidos de fustão,
esvoaçãndo
Nas danças valsadas.
E, o sanfoneiro ,
No meio da roda
A dançar e cantar,
Com seu baticum monótono
No fole marca compasso...






A sombra desse coqueiro,
Quebrei coco com sinhá;
Que é neta de fazendeiro,
E tá doidinha pra casá.

Rodopiam ás donzelas,
Num balé de pés descalsos,
Pisando firme no chão.
Exorcizando ás mazelas
dos afilhados do cão

Caçula




Comments:



Por Caçula * 1:37 PM